Mais do que adequação estrutural, a “Lei da Acessibilidade” também pede por comunicação inclusiva

Por: Consolidar Diversidade

A Lei 10.098/200, mais conhecida como Lei da Acessibilidade, estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, mediante a supressão de barreiras e de obstáculos nas vias e espaços públicos e privados, no mobiliário urbano, na construção e reforma de edifícios e nos meios de transporte e de comunicação.

Em decorrência dessa lei, surge, então, a necessidade de empresas se adequarem a esses aspectos, de forma que todos os seus funcionários consigam se locomover e ter acesso completo ao ambiente de trabalho. Contudo, proporcionar espaços acessíveis não é a única necessidade.

O investimento em uma comunicação inclusiva é tão importante quanto ter uma arquitetura adequada. Na prática, é fazer a informação chegar às pessoas de maneira simples, fácil e direta, independentemente dos aspectos físicos dos funcionários. Tal comunicação inclusiva possibilita um ambiente de trabalho em que todos os colaboradores se sintam à vontade para desenvolver suas habilidades e trabalhar em equipe.

Algumas medidas que podem ser tomadas são a capacitação da equipe em LIBRAS e disponibilização dos materiais corporativos de forma a contemplar a todos, com áudio, legendas e tradução.

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